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Esboçando-me

Quem sou:

Um jovem estudante idealista.


Onde vivo:

Porto Alegre, com minha mãe.


Objetivos de vida:

Constituir uma bela família; ser um bom educador, ensinando através de um pensamento crítico; e ter uma velhice sadia.


Concepções:

educação - libertária/construtivista

professor - formador de opinião, referência

professor ideal - aquele que se sente incomodado com a situação com que as coisas estão e se dão no mundo. Um ser crítico acima de tudo,não convencional e com caráter de mudança. Alguém que consiga flutuar na linguagem e na postura podendo atingir o maior número de pessoas possível com aquilo que tem a dizer. E que esse conteúdo seja transformador dessa realidade incomodativa. Perspicaz, audacioso e íntegro.

Comentários

  1. Oi Fábio,

    pela forma como te descreves penso que estás num momento de muita clareza sobre teus ideais e aspirações. Isso é maravilhoso! Mas fiquei me perguntando sobre os caminhos(ou descaminhos) que te tornaram este "ser crítico[...] não convencional e com caráter de mudança". Podes falar um pouco mais sobre isso? Estou certa que a tua vivência pode contribuir para que outros também se tornem mais críticos...
    Voltarei em breve para seguirmos, ok?
    Um carinhoso abraço,

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  2. Concordo contigo meu colega!
    Objetivos precisos, justos, me parece um professor de carteirinha.

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  3. Olá Fábio,

    aguardamos a postagem em que deves relacionar a narrativa sobre a tua construção docente com os textos lidos e discutidos em sala de aula. Assim que fizeres a postagem ou se tiveres alguma dúvida em relação à atividade, por favor entre em contato conosco.

    Abraços, Anelise.

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Em minha caminhada até a decisão de tornar-me professor foram-se anos de consolidação de minha identidade. Iniciando que comecei no processo educacional muito cedo. Logo aos três meses de idade já estava em um berçário de uma creche chamada Criança Arteira. Permaneci nesta creche até os sete anos de idade. Acredito que lá é que me constitui enquanto vivente. Gozava de uma liberdade que infelizmente nunca mais obtive. Após esse período inicial fui inserido ao Ensino Fundamental, na época chamado primeiro grau. Estudava numa escola católica, o Colégio Santa Inês, nesta capital. Logo de início já apresentava alguns problemas com a aceitação do caráter autoritário das regras dessa instituição católica. Esse fato só aumentou em intensidade com meu crescimento. E, após a quinta série fui para outra instituição católica, a Escola Marista Irmão Weibert. A mudança coincidiu com meu ingresso na pré-adolescência. Minha postura crítica e perturbadora não interessava aos pedagogos da escola. Passei...